sexta-feira, 14 de setembro de 2012

BOLO PUDIM


Bolo pudim 



Ingredientes:

150g manteiga
1 chávena de chá de açúcar
7 ovos
1 chavena e meia de farinha
1 lata de leite condensado
2 medidas da lata de leite
1/2 chávena de chocolate em pó
1 colher de sopa rasa de fermento
1/2 meia chávena de leite
1 pacotinho de açúcar baunilhado
caramelo q.b

Preparação:

Barrar uma forma redonda com caramelo.

Para o bolo:

Bata a manteiga com o açúcar até obter um creme. Acrescente 3 ovos inteiros um a um. Junte a farinha, o chocolate, o fermento e por fim  1/2 chávena de leite. Bata bem e deite na forma já caramelizada.

Para o pudim:

Bata o leite condensado com 2 latas (medida) de leite. Juntar  4 ovos e o açucar baunilhado. Envolva bem e coloque na forma sobre o preparado anterior. Leve ao forno a cozer em banho-maria cerca de 1 hora.
Desenformar depois de frio.

O resultado é óptimo, o bolo sobe e o pudim desce e fica um bolo de chocolate húmido e por cima o pudim.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Sopa de feijão Maduro

Ingredientes


4 batatas médias
1 cebola grande
3cenouras
1 courgete
1 cubo de caldo de legumes
ou sal
1 taça de feijão maduro

Preparação

Cortam-se todos os legumes, colocam-se numa panela com água de modo que fiquem um pouco mais que cobertos, junta-se o caldo de legumes ou o sal e o azeite.
Coloca-se o feijão dentro de uma bola de cozer arroz ou num cesto que a própria panela tenha e vai tudo ao lume a cozer.


Se for em panela de pressão são cerca de 20 minutos. Se for uma panela vulgar tem que se ir verificando a cozedura.
Pode juntar-se também ao fijão uma cenoura cortada em bocadinhos.
Depois de tudo cozido retira-se o feijão e trituram-se os legumes de modo a ficar o puré mal triturado, quase como se fosse esmagado com um garfo.
Se for necessário juntar mais um pouco de água, para o puré não ficar muito grosso.
http://osmeusdocesesalgados.blogspot.com/2012/08/sopa-de-feijao-maduro.html 

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Pudim de gelatina de morango

Ingredientes:
2 saquetas de gelatina 
1 lata de leite condensado
1 litro de água

Preparação:
Fazer a gelatina conforme as instruções! Levar ao lume 0.5l  de água e deixar ferver, adicionar a gelatina e ir juntando a água fria. Mexer bem e deixar arrefecer um pouco.
Misturar bem a gelatina com o leite condensado e levar ao frigorífico.


Pode servir simples ou com o seguinte molho:


Molho de morangos


150g de morangos
80g de açúcar
2 dl de água
Sumo de limão

Colocam-se os morangos num tacho, juntamente com o açúcar, a água e sumo de limão.
Leva-se ao lume  a ferver até que os morangos fiquem praticamente desfeitos.
Retira-se, deixa-se arrefecer e deita-se por cima do pudim.

http://osmeusdocesesalgados.blogspot.pt/2012/07/pudim-de-gelatina-de-morango.html

terça-feira, 24 de julho de 2012

PUDIM DELICIOSO


Um pudim para fazer muito rápido, fácil e económico


Ingredientes
4 ovos
1 Chávena de açúcar
2Chávena de Leite
4 colheres de sopa de farinha
4 colheres de sopa de maisena
1 colher de sobremesa de açúcar baunilhado
2 colheres de sopa de côco ralado
1 punhado de nozes ( 10 a 12)
Passas qb

Preparação
Misture todos os ingredientes num copo com a varinha  mágica.
Forre uma forma com caramelo e espalhe algumas passas no fundo da forma. Deite nela o preparado.
Leve ao forno em banho maria, entre 20 a 30 minutos.
Desenforme e leve ao frigorífico.


sexta-feira, 13 de julho de 2012

PUDIM DE QUEIJO FLAMENGO

Um pudim delicioso para terminar uma refeição em beleza.




INGREDIENTES



1 chávena (chá) de açúcar
1 colher (sopa) de margarina
1 colher (sopa) de farinha de trigo
5 ovos
1 chávena (chá) de queijo flamengo ralado
Meia chávena (chá) de leite
Meia chávena (chá) de sumo de laranja

Faça um açúcar caramelizado para forrar a forma do seguinte modo:

meia chávena de água e uma casca de laranja e leve ao lume a ferver cerca de 5 a  10 minutos, retire a casca da laranja e junte um pouco mais de meia chávena de açúcar e deixe caramelizar, sem escurecer muito e deite na forma.

PREPARAÇÃO

Bata todos os ingredientes até ficar homogéneo.

Deite o preparado na forma e leve a cozer em banho-maria. (Se for no forno cerca de 1 hora )
Deixe arrefecer na forma, desenforme e deixe permanecer no frigorífico o tempo suficiente para ficar bem geladinho.

NOTA: Pode cozer o pudim no forno ou na panela de pressão, este modo é muito mais rápido e o pudim fica muito bom na mesma.

Para cozer na panela de pressão proceda do seguinte modo: A forma tem que ter tampa e a chaminé da forma não pode ser aberta. Depois de deitar o pudim na forma coloque por cima da boca da forma uma folha de papel absorvente (tipo rolo de cozinha) e por cima a tampa, bem presa e recorte os bocados de papel que ficaram fora da forma. Seguidamente deite uma chávena e meia de água na panela, deixe levantar fervura e coloque a forma lá dentro, fechando a panela de seguida.
Quando levantar fervura, baixe o lume e deixe cozinhar cerca de 20 minutos. 
Desligue, tire a pressão da panela e retire a forma, destape e deixe esfriar.
http://osmeusdocesesalgados.blogspot.pt/2012/07/pudim-de-queijo-flamengo.html#links


ALMÔNDEGAS COM MOLHO BOLONHESA E NATAS

Eu sei......tenho andado muito afastada....talvez um pouco de preguiça e também muito coisa para fazer....mas o importante é que estou aqui com novas receitas para partilhar convosco.


INGREDIENTES

16 Almôndegas
1 pacote de natas
1/2 frasco de molho bolonhesa
1 colher de sopa de mostarda
água qb
farinha qb
sal
 PREPARAÇÃO

Tempere as almondegas com sal a gosto e deixe repousar um pouco.



Polvilhe-as com farinha e faça-as rodar sobre si mesmas para espalhar a farinha igualmente.






De seguida aloure-as em óleo bem quente e reserve.




Num tacho deite o molho bolonhesa, as natas e cerca de meia chávena (de chá)de água, leve ao lume e deixe levantar fervura, junte-lhe a mostarda e mexa bem, leve ao lume e junte-lhe as almôndegas, para cozinharem, cerca de 10 a quinze minutos.


Vá verificando se precisa de juntar mais água.
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quarta-feira, 4 de julho de 2012

B de Bacalhau



                          B de Bacalhau


Em Portugal quando se fala de bacalhau, não se fala de um peixe mas sim de uma história de amor única no mundo entre um país e um alimento que nem sequer é seu.

De facto, é difícil encontrar em qualquer parte do mundo uma relação tão próxima entre um povo e um alimento que não é produzido nas suas terras ou obtido nas suas águas. O bacalhau é para nós, portugueses, mais do que um peixe: é uma instituição, um componente básico da nossa alimentação que, aliado à fértil imaginação lusitana, adquiriu várias formas de confecção nem todas muito equilibradas.
Foi na terra que hoje é sinónimo de leitão que este romance com o bacalhau se iniciou. À época, Portugal não existia ainda como país, mas foi a zona da Bairrada a escolhida pelos vikings para trocar o seu bacalhau pelo nosso vinho e sal e assim o introduzir no nosso país.
E não é apenas pelas mil e uma maneiras de cozinhar o bacalhau que se faz a sua história. O óleo de fígado de bacalhau faz parte das memórias de infância de muitos, numa altura em que a palavra “ómega 3” ainda não fazia parte do léxico corrente. Apesar de hoje ser reconhecido que a ingestão deste subproduto do bacalhau em excesso poderá levar a uma toxicidade de vitamina A e D, é certo que durante muitos anos ele teve o condão de minorar as deficiências na ingestão destes dois nutrimentos.
Não sendo um peixe gordo, o bacalhau apresenta níveis de colesterol relativamente elevados face aos outros peixes, sendo no entanto uma excelente fonte de selénio, vitamina B12 e proteínas de elevada qualidade, onde ganha destaque o aminoácido essencial triptofano, percursor da serotonina e envolvido nos processos de melhoria do humor e memória, particularmente em pessoas com défice deste neurotransmissor (tais como mulheres em fase pré-menstrual e indivíduos susceptíveis a estados de stress).
Para além de alguns métodos de confecção não favorecerem o seu consumo por excesso de gordura (bacalhau “à Brás” e “à Espanhola” são disso exemplos), o bacalhau, devido ao seu processo de conservação, possui uma excessiva quantidade de sal. No entanto, esta desvantagem pode ser minorada com uma demolha efectiva e com a troca regular desta água, tal como pela ausência de adição de sal na sua preparação culinária.
O Natal é especial também por nos mostrar a melhor forma de consumir o bacalhau. Este nosso amigo torna-se mais fiel cozido na companhia do azeite, cenoura e hortaliças do que ladeado por natas, batatas fritas ou maionese.

Este artigo foi retirado de:  Dicionário - Bem-estar - Life&Style e é da autoria de Pedro Carvalho
Professor Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto


quarta-feira, 20 de junho de 2012

"A" DE AMENDOIM


O amendoim foi um alimento menosprezado durante muitos anos, ao ser principalmente direccionado para a produção de óleo e sendo apenas ingerido pelas classes mais pobres e pelo gado. O ponto de viragem deu-se na 2ª metade do século XIX quando na Guerra Civil Americana, os soldados tiveram necessidade de recorrer aos amendoins como fonte energética.
Desde então que na cultura norte americana o amendoim é pedra basilar seja no acompanhamento de eventos desportivos e demais espectáculos ou na forma da tradicional manteiga de amendoim que ainda não se intrincou nos hábitos alimentares dos portugueses.
É de resto interessante constatar que esta popularização da manteiga de amendoim nasceu de uma medida governamental norte americana que substituiu a manteiga tradicional ao pequeno-almoço procurando um aumento da ingestão proteica e subsequentemente a diminuição das carências nutricionais sentidas no início do século XX. E o amendoim é de facto (até pela sua morfologia) um autêntico alimento – suplemento, isto é, possui uma elevada densidade nutricional ao concentrar num reduzido volume uma quantidade fantástica de nutrientes. Com 100 gramas de amendoins, as necessidades diárias de vitamina B1, B3, B6, E, K, ácido fólico, ferro e zinco ficam totalmente satisfeitas ou em grande percentagem.
O pires de amendoins que é tradicionalmente consumido não chega a estes valores, mas há que ter igualmente em conta que fruto de toda esta riqueza nutricional o amendoim é altamente calórico (quase 600 kcal por 100g) daí que o seu consumo, apesar de benéfico, deverá ser efectuado com alguma parcimónia.
A elevada quantidade de gordura do amendoim (quase 50 por cento da sua constituição) confere-lhe este elevado valor calórico, mas tem igualmente o reverso da medalha pois destes 50 por cento, apenas 8 por cento são relativos a ácidos gordos saturados, estando o amendoim isento de colesterol e gorduras trans, as mais prejudiciais à saúde.
Os amendoins possuem igualmente um elevado poder saciante ao aliarem a sua elevada fracção proteica a uma quantidade razoável de fibra e ao seu consumo moderado estão associados menores níveis de colesterol e triglicerídeos tal como um menor risco de desenvolvimento de diabetes tipo II.
Concluindo, os amendoins podem quase ser considerados um healthy guilty pleasure juntamente com outros alimentos (café, chocolate negro, bebidas alcoólicas, etc.) que demonstram os seus benefícios para a saúde em quantidades muito moderadas. Assim, da próxima vez que estiver numa esplanada peça apenas uma porção de amendoins e ainda dentro da casca – versões salgadas e torradas com mel são mais guilty do que pleasure
Este artigo foi retirado de:  Dicionário - Bem-estar - Life&Style e é da autoria de Pedro Carvalho
Professor Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto

ARROZ DE TOMATE

Penso que todas as pessoas devem saber fazer arroz de tomate, mas se eu estiver enganada ou até para quem anda a iniciar-se nestas andanças da cozinha, aqui fica a receita.
 INGREDIENTES
 2 tomates médios bem maduros
 1 chávenas de chá de arroz
 2 chávenas de chá de água
 1 cebola
 1 dente de alho
 1 folha de louro
 sal q.b.
 azeite q.b.

PREPARAÇÃO

Deite o azeite num tacho e leve ao lume com a cebola bem picadinha.
Deixe alourar um pouco.
Junte o tomate sem pele nem sementes e partido em bocados, o alho picado, o louro em bocados e o sal.
Deixe cozinhar durante uns 10 a 15 minutos sem deixar queimar
Junte a água e deixe levantar fervura e junte o arroz.
Deixe cozinhar em lume brando.
Verifique se precisa de mais água, se precisar deite água quente.
Quando o arroz estiver cozido desligue, mas deixe ficar com um pouquinho de caldo,para que não fique muito seco.
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PATANISCAS DE PALOCO


Há já alguns dias que não coloco aqui uma receita, e resolvi fazê-lo hoje  com esta simples receita de pataniscas.
O "PALOCO" é um peixe muito parecido com o bacalhau, muito mais barato e que o substitui muito bem em pratos como este, onde não é confeccionado inteiro.

INGREDIENTES
4 Filetes de paloco (ou bacalhau)
3 Ovos
3 colheres de sopa de farinha
leite q.b.
sal q.b.
noz moscada q.b.
1 bom ramo de salsa

PREPARAÇÃO

Comece por dessalar o paloco tal com faz com bacalhau.
Escalde os filetes em água a ferver durante 1 ou 2 minutos e retire.
Desmanche os filetes em bocados, junte 3 ovos batidos, 3 colheres de sopa de farinha.
Misture tudo muito bem e junte leite aos poucos até ficar com a consistência desejada, nem muito líquido nem muito seco.
Junte a noz moscada e a salsa picada.
Rectifique o sal.
Frite em óleo bem quente, colheradas da massa e tente espalhá-las um pouco para que não fiquem muito grossas.
Pode acompanhar com um arroz de tomate ou com uma salada.


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sexta-feira, 8 de junho de 2012

CREME DE FAVAS

Depois da época das favas sobram ainda muitas que congelo para não se estragarem, mas a verdade é que não se "pode" andar sempre a comer favadas...não é por nada...mas engorda um bocadito.
Sendo assim resolvi gastar alguma e fazer um creme de favas....foi a 1ª vez...mas estava divinal.
Experimentem! Para mim foi uma surpresa.





Ingredientes

2 batatas grandes
Azeite qb
1 dentes de alho
1 cebola
1 molhinho de coentros
200g de favas descascadas
Sal q.b.
Cubinhos de pão torrado

Preparação:

Numa panela leve ao lume o azeite com os dentes de alho picados e quando estiverem quentes junte-lhes a cebola picada e os coentros picados e mexa não deixando alourar.
Junte de seguida as favas, as batatas descascadas e cortadas e 8 dl de água, tempere com sal e deixe cozer.
Quando estiver tudo cozido, passe com a varinha mágica, até ficar um creme aveludado e rectifique-o de sal.
Sirva a sopa com coentros picadinhos e cubinhos de pão torrado.

Se achar que o creme ficou muito espesso junte mais um pouco de água quente.


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TARTE PASTEL DE NATA

Uma tarte, ou se preferirem podem fazer pequenos pasteis, para o fim de semana....





INGREDIENTES

massa folhada
3/4 litro de leite
6 ovos inteiros
2 gemas
3 colheres (sopa) de farinha maizena
300 gr. açúcar
2 casca de limão
2 pau de canela 



Forra-se a tarteira com a massa folhada e reserva

Num recipiente, colocam-se os ovos, as gema, a farinha maizena e o o açucar e bate tudo muito bem com a batedeira. Junta-se o leite, mexendo sempre.
Colola-se tudo num tachinho e junta-se as cascas de limão e os paus de canela e vai ao lume para engrossar mexendo sempre.

Quando estiver bem cremoso, coloca-se o creme em cima da massa folhada e vai ao forno (240 graus) até começar a ficar com aquele aspecto pretinho de pastel de nata, desliga o forno e deixa lá ficar mais um bocadinho para ficar mais queimadinha.


quinta-feira, 7 de junho de 2012

"A" DE AZEITE

Continuando com as propriedades dos produtos alimentares vamos ainda ficar pela letra "A" e desta vez vamos ficar a saber mais coisas sobre o azeite.....



O misticismo da oliveira - símbolo de regeneração, imortalidade e sabedoria - só poderia culminar num produto com iguais características e que se transformou no baluarte das dietas mediterrânicas, padrão alimentar conhecido pela melhoria na qualidade de vida dos seus aderentes. Neste contexto, o azeite aliado aos cereais integrais, hortofrutícolas, frutos gordos e quantidades moderadas de vinho tinto, lacticínios, carnes magras e peixe contribuíram para a menor incidência de doenças cardiovasculares, cancro e declínio cognitivo associado à idade nos povos da bacia mediterrânica.
O azeite constitui-se como uma gordura monoinsaturada, sendo este equilíbrio entre gorduras animais (predominantemente saturadas) e óleos vegetais (predominantemente polinsaturados) um dos responsáveis pelos seus efeitos benéficos na saúde. O ácido oleico, principal ácido gordo do azeite, consegue ser mais resistente à oxidação do que os seus congéneres polinsaturados, reduzindo os níveis de colesterol total e LDL (“mau” colesterol) e aumentando a fracção HDL (“bom” colesterol).
De igual modo, os compostos fenólicos encontrados no azeite possuem propriedades anti-inflamatórias tornando as nossas membranas celulares mais fluidas e resistentes à acção dos radicais livres. Este efeito protector do azeite estende-se também à diminuição dos valores de pressão arterial, prevenção de vários tipos de cancro e fortalecimento do sistema imunitário. A garantia de estabilidade do azeite traduz-se igualmente na sua utilização culinária ao aguentar as altas temperaturas atingidas no processo de fritura sem degradação.
A preferência pelo azeite extra virgem não é um capricho, apresenta sustentação sensorial e nutricional. Ao não carecer de refinação, este azeite de qualidade superior, mantém intacto o seu cheiro e sabor, mas mais importante do que isso, mantém as suas propriedades antioxidantes ao não perder carotenos e vitamina E, possuindo ainda um maior teor de esteróis vegetais conhecidos pelo seu papel benéfico da diminuição da absorção do colesterol.
Tal como o crescimento da oliveira, o azeite deverá ser consumido de forma lenta e prazerosa transportando-nos para uma mudança de paradigma do fastpara o slow food. Fora e dentro de casa, nas "entradinhas" ou nos lanches, há que seguir o exemplo espanhol do pão rústico com tomate e azeite ou incentivar o nosso pioneirismo gourmet do azeite com vinagre balsâmico em detrimento das manteiguinhas, pâté e outros molhos com muito menos interesse nutricional.
O azeite é nosso, é fantástico, mas será sempre uma gordura e terá sempre 9 kcal por grama. Ainda assim, no que diz respeito a gorduras, cumpre-se o provérbio: o verdadeiro azeite vem sempre ao de cima…


Este artigo foi retirado de:  Dicionário - Bem-estar - Life&Style e é da autoria de Pedro Carvalho
Professor Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Portohttp://osmeusdocesesalgados.blogspot.pt/2012/06/de-azeite.html#links

terça-feira, 5 de junho de 2012

BACALHAU NO FORNO COM BATATINHAS NOVAS

Com a chegada das batatas novas nada como assar algumas no forno.....delícia
INGREDIENTES

1 posta de bacalhau por pessoa
batatas pequenas ou partidas em quartos
alho (bastante)
azeite (bastante)

PREPARAÇÃO

Num tabuleiro colocar as postas de bacalhau, nos intervalos colocar as batatas lavadas e com pele,
deitar por cima muito alho cortado em fatias e regar com bastante azeite.
Levar ao forno o tempo necessário para assar o bacalhau e as batatas.
Servir acompanhado com uma salada.

Simples e muito gostoso.
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DOCE DA XANA

Vou deixar-vos aqui um doce, leve e fresco e que batizei com o nome da minha nora..... porque aqui entre nós ela fica extasiada diante dele...


INGREDIENTES


1Pacote de Bolacha Maria
2 Pacotes de Natas Frescas
2 Pudins instantâneos de Caramelo 
Café, qb

PREPARAÇÃO

Faz-se o pudim de caramelo, conforme as instruções da embalagem, de seguida coloca-se numa recipiente e enquanto este está a arrefecer, preparamos um café(eu gosto de pôr açúcar no café) para demolhar as bolachas.
Quando virmos que o preparado do pudim de caramelo está a ficar morno e a querer solidificar (mas não muito), começamos a molhar as bolachas no café, de seguida colocamo-las em montinhos no preparado do pudim de caramelo, depois disto coloca-se no frigorífico.



De seguida batam-se dois pacotes de natas bem frias com algumas colheres de açúcar a gosto e coloca-se por cima do preparado que está no frigorífico.
Por cima das natas pode deitar um pouco de caramelo para enfeitar e que também dá gosto ao doce.
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segunda-feira, 4 de junho de 2012

"A" DE ALHO


Conforme vos prometi aqui fica mais um excelente artigo sobre alguns dos produtos que usamos no nosso dia a dia para confeccionar alguns alimentos, com é o caso do alho
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O alho tem tudo para ser considerado um alimento com elevada capacidade medicinal e, em boa verdade, sempre o foi. Desde suplemento alimentar com vista a aumentar a força de escravos egípcios para a construção das pirâmides e atletas greco-romanos em eventos desportivos, até à cura de lepra, asma, varíola, picadas de escorpião, para tudo o alho serviu como medicação chegando ao ponto de ter sido utilizado em tempos como moeda, tão elevada era a sua valorização. Existe mesmo o mito de que Hipócrates, o pai da medicina, teria um repertório de mais de 300 remédios que incluíam alho para além de canela e alecrim.
E a nossa gastronomia proporciona-nos uma grande familiarização com este legume quer nas excepcionalmente típicas açordas e marinadas ou com a feliz trilogia de alho, azeite e tomate. Embora as quantidades em que é consumido não façam dele um alimento a ter em conta para a satisfação das necessidades de algum nutrimento, o alho é particularmente rico em vitamina C, B6, cálcio, cobre e selénio.
Aquilo de que menos gostamos no alho é justamente a fonte de todas as suas virtudes. A alicina, um composto organossulfurado, tanto nos oferece aquele indistinguível hálito, como aporta o seu grande potencial de prevenção de doença. Embora não se possa dizer categoricamente que a ingestão de alho reduz o risco de cancro, a verdade é que essa é uma forte probabilidade, sobretudo quando falamos do cancro da próstata, esófago, ovário e cancro colo-rectal. As suas propriedades antibacterianas e antivirais consubstanciam o seu uso ancestral como “desinfectante” sendo igualmente interessantes os seus efeitos moderados no que à diminuição da pressão arterial, colesterol (total e LDL) e triglicerídeos diz respeito.
Todos estes benefícios esbarram muitas vezes no modo como o alho é consumido,  que tanto os pode potenciar como os pode eliminar. Em Portugal, o refogado ou estrugido é quase sempre o ponto de partida para muito do que cozinha. Não sendo consensual que o alho faça parte desta “instituição” lusa, o certo é que as altas temperaturas atingidas (às quais o azeite é também submetido) destroem muitos dos seus compostos organossulfurados. Por outro lado, o seu consumo em cru (principalmente esmagado ou picado), a sua adição a marinadas, açordas e legumes salteados ou até esfregado em pão com azeite resultando num pão de alho caseiro, serão formas de consumo mais apelativas ao paladar e à saúde.
Assim, de hoje em diante, tente encarar o hálito a alho não como um obstáculo social mas sim como um sinónimo de saúde.
Este artigo foi retirado de:  Dicionário - Bem-estar - Life&Style e é da autoria de Pedro Carvalho






Professor Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto

quinta-feira, 31 de maio de 2012

"A" de AMÊNDOA

Irei a partir de hoje publicar alguns textos explicativos sobre características e propriedades de alguns alimentos, plantas ou até ervas aromáticas. Estes textos não são da minha autoria mas pedi autorização ao seu autor para os poder publicar aqui no meu blog.

E hoje para começar é a vez da amêndoa tão nossa conhecida e que entra tão bem na maioria dos nossos doces.



É impossível celebrar a Páscoa sem ter uma mesa polvilhada por “amêndoas” entre cabrito ou coelho, folar ou pão-de-ló e outras tradições gastronómicas da época. As aspas nas amêndoas justificam-se pois o que mais vemos hoje em dia são pequenos chocolates envoltos em açúcar que de amêndoa só possuem mesmo a forma.
Este fruto gordo faz parte de um conjunto de alimentos que inexplicavelmente sempre inspiraram em nós uma tendência para os destruirmos nutricionalmente. Assim, quando se pensa nas formas de consumo de amêndoa no nosso país, somos mais facilmente transportados para as amêndoas de Páscoa cobertas com açúcar, chocolate ou ambos, tal como para tartes de amêndoa ou para os bolinhos de massapão.
Que atire a primeira pedra quem não se delicie com estes exemplos, mas o certo é que é raríssimo que o consumo de amêndoa se faça em natureza e com pele (já vamos perceber porquê), resistindo à tentação de a misturar com açúcar. Estas misturas e adições fazem ainda menos sentido quando partimos do pressuposto de que as amêndoas são de si já bastante calóricas devido à gordura que representa mais de metade da sua composição nutricional.
Se esta situação não difere substancialmente de outros frutos gordos, a amêndoa – quando consumida com pele – é a campeã da fibra, algo que juntamente com o seu grande teor de proteína a torna num bom aperitivo pré-refeição naqueles dias em que o nosso apetite parece indomável. Mas a importância da pele da amêndoa não se esgota na quantidade de fibra que lhe acrescenta. Esta pequena-grande diferença no seu consumo faz com que o teor de compostos fenólicos da amêndoa com pele seja cinco vezes superior à da sua versão pelada. Estes compostos fenólicos juntamente com a sua enorme quantidade de vitamina E fazem da amêndoa um alimento bem cotado quanto ao seu potencial antioxidante com evidência comprovada na diminuição da oxidação do “mau” colesterol, fenómeno que anda sempre de mãos dadas com a aterosclerose.
Assim, no caso da amêndoa quanto menos mexermos melhor. É só tentar não estragar as vantagens que ela nos dá.
Este texto foi retirado de: Dicionário - Bem-estar - Life&Style e é da autoria de Pedro Carvalho, Nutricionista
*Professor Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

TIRAR CHEIROS DESAGRADÁVEIS DO FRIGORÍFICO

Já tinha pensado em inserir de vez em quando algumas dicas úteis sobre vários assuntos, mas não me tinha lembrado desta, não fosse a minha nora dizer-me que também devia colocar estas coisa no blog.

Então aqui vai:

-Para tirar cheiros desagradáveis do frigorífico que umas vezes se devem à mistura de cheiros ou até a alguma coisa que deixámos estragar, colocar uma taça com café moído, destapado dentro do frigorífico e mudá-lo sempre que ficar com o cheiro fraco.

MOUSSE DE LIMÃO


Esta receita foi publicada pela D. Alda Maria, no  Ptitchef, a quem agradeço. Mudei-lhe o nome, o seu nome original era "Creme de Limão"

Ingredientes:

4 ovos
5 colheres de açúcar ( eu usei 7)
Casca de 1 limão
1 saquinho de gelatina em pó
Sumo de 2 limões
1,25 dl de natas espessas
4 colheres de chocolate ralado

 Preparação:

Separe as gemas das claras. Bata as primeiras com açúcar e raspa de limão até ficarem espessas. Deixe a gelatina a demolhar, coberta de água, durante 10 minutos. Aqueça o sumo de limão numa caçarola pequena, sem deixar ferver. Retire o tacho do lume, adicione-lhe a gelatina amolecida, mexendo, e deixe arrefecer um pouco. Misture o sumo de limão com as gemas. Bata as claras em castelo, deite-as sobre as gemas e misture cuidadosamente com o auxílio de uma colher de pau pequena. Deite o creme em taças individuais de vidro e deixe solidificar no frigorífico. Bata as natas até ficarem espessas, e, antes de servir a sobremesa, decore cada dose com uma porção de natas. Polvilhe-as com o chocolate ralado.
Olhem
e provem

LASANHA DE REQUEIJÃO E ESPINAFRES

Depois da ausência do fim de semana aqui estou de novo para compartilhar convosco mais algumas experiências na cozinha.
Desta vez um prato de forno e uma sobremesa fresca e leve.

LASANHA DE REQUEIJÃO E ESPINAFRES

Ingredientes
Massa de lasanha fresca: 1 embalagem
Espinafres frescos: 500 g
Cebola: 1
Alho: 2 dentes
Requeijão: 1
Molho de tomate: 1 pacote
Azeite: 2 colheres de sopa
Sal: q.b.
Pimenta: q.b.
Coentros: q.b.
Queijo ralado: q.b.

Preparação
Prepare a massa de lasanha conforme as indicações na embalagem. Coza os espinafres durante dez minutos com um pouco de sal e azeite. Escorra-os e pique grosseiramente. Pique finamente a cebola e o alho e salteie em azeite, juntamente com os coentros. Quando estiverem transparentes, junte os espinafres já cozidos. Esmague o requeijão e tempere com sal e pimenta. Prepare um tabuleiro de ir ao forno, alternando uma camada de massa cozida com uma de recheio de espinafre e outra de requeijão. A última camada deve ser de massa. Regue abundantemente com molho de tomate  e polvilhe com o queijo ralado.

MOLHO DE TOMATE

Ingredientes para cerca de 3,5 dl de molho de tomate:

1 lata grande de tomate pelado (ou 500gr de tomate maduro previamente pelado com água a ferver)
2 colheres de sopa de azeite
sal e pimenta q.b.
1 cebola
2 dentes de alho
2 colheres de sopa de oregãos

Preparação:

Triture a cebola descascada e cortada em pedaços, os dentes de alho e todo o conteúdo da lata de tomate pelado (com o molho e tudo e deixe formar uma pasta líquida.
Entretanto coloque um tacho ao lume com o azeite, deixe aquecer e junte a cebola picada juntamente com o tomate e os alhos picados. Tempere de sal e pimenta e adicione os oregãos.
Deixe levantar fervura e reduza depois o lume deixando ferver mais 15 minutos.
Rectifique os temperos.