sexta-feira, 14 de setembro de 2012

BOLO PUDIM


Bolo pudim 



Ingredientes:

150g manteiga
1 chávena de chá de açúcar
7 ovos
1 chavena e meia de farinha
1 lata de leite condensado
2 medidas da lata de leite
1/2 chávena de chocolate em pó
1 colher de sopa rasa de fermento
1/2 meia chávena de leite
1 pacotinho de açúcar baunilhado
caramelo q.b

Preparação:

Barrar uma forma redonda com caramelo.

Para o bolo:

Bata a manteiga com o açúcar até obter um creme. Acrescente 3 ovos inteiros um a um. Junte a farinha, o chocolate, o fermento e por fim  1/2 chávena de leite. Bata bem e deite na forma já caramelizada.

Para o pudim:

Bata o leite condensado com 2 latas (medida) de leite. Juntar  4 ovos e o açucar baunilhado. Envolva bem e coloque na forma sobre o preparado anterior. Leve ao forno a cozer em banho-maria cerca de 1 hora.
Desenformar depois de frio.

O resultado é óptimo, o bolo sobe e o pudim desce e fica um bolo de chocolate húmido e por cima o pudim.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Sopa de feijão Maduro

Ingredientes


4 batatas médias
1 cebola grande
3cenouras
1 courgete
1 cubo de caldo de legumes
ou sal
1 taça de feijão maduro

Preparação

Cortam-se todos os legumes, colocam-se numa panela com água de modo que fiquem um pouco mais que cobertos, junta-se o caldo de legumes ou o sal e o azeite.
Coloca-se o feijão dentro de uma bola de cozer arroz ou num cesto que a própria panela tenha e vai tudo ao lume a cozer.


Se for em panela de pressão são cerca de 20 minutos. Se for uma panela vulgar tem que se ir verificando a cozedura.
Pode juntar-se também ao fijão uma cenoura cortada em bocadinhos.
Depois de tudo cozido retira-se o feijão e trituram-se os legumes de modo a ficar o puré mal triturado, quase como se fosse esmagado com um garfo.
Se for necessário juntar mais um pouco de água, para o puré não ficar muito grosso.
http://osmeusdocesesalgados.blogspot.com/2012/08/sopa-de-feijao-maduro.html 

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Pudim de gelatina de morango

Ingredientes:
2 saquetas de gelatina 
1 lata de leite condensado
1 litro de água

Preparação:
Fazer a gelatina conforme as instruções! Levar ao lume 0.5l  de água e deixar ferver, adicionar a gelatina e ir juntando a água fria. Mexer bem e deixar arrefecer um pouco.
Misturar bem a gelatina com o leite condensado e levar ao frigorífico.


Pode servir simples ou com o seguinte molho:


Molho de morangos


150g de morangos
80g de açúcar
2 dl de água
Sumo de limão

Colocam-se os morangos num tacho, juntamente com o açúcar, a água e sumo de limão.
Leva-se ao lume  a ferver até que os morangos fiquem praticamente desfeitos.
Retira-se, deixa-se arrefecer e deita-se por cima do pudim.

http://osmeusdocesesalgados.blogspot.pt/2012/07/pudim-de-gelatina-de-morango.html

terça-feira, 24 de julho de 2012

PUDIM DELICIOSO


Um pudim para fazer muito rápido, fácil e económico


Ingredientes
4 ovos
1 Chávena de açúcar
2Chávena de Leite
4 colheres de sopa de farinha
4 colheres de sopa de maisena
1 colher de sobremesa de açúcar baunilhado
2 colheres de sopa de côco ralado
1 punhado de nozes ( 10 a 12)
Passas qb

Preparação
Misture todos os ingredientes num copo com a varinha  mágica.
Forre uma forma com caramelo e espalhe algumas passas no fundo da forma. Deite nela o preparado.
Leve ao forno em banho maria, entre 20 a 30 minutos.
Desenforme e leve ao frigorífico.


sexta-feira, 13 de julho de 2012

PUDIM DE QUEIJO FLAMENGO

Um pudim delicioso para terminar uma refeição em beleza.




INGREDIENTES



1 chávena (chá) de açúcar
1 colher (sopa) de margarina
1 colher (sopa) de farinha de trigo
5 ovos
1 chávena (chá) de queijo flamengo ralado
Meia chávena (chá) de leite
Meia chávena (chá) de sumo de laranja

Faça um açúcar caramelizado para forrar a forma do seguinte modo:

meia chávena de água e uma casca de laranja e leve ao lume a ferver cerca de 5 a  10 minutos, retire a casca da laranja e junte um pouco mais de meia chávena de açúcar e deixe caramelizar, sem escurecer muito e deite na forma.

PREPARAÇÃO

Bata todos os ingredientes até ficar homogéneo.

Deite o preparado na forma e leve a cozer em banho-maria. (Se for no forno cerca de 1 hora )
Deixe arrefecer na forma, desenforme e deixe permanecer no frigorífico o tempo suficiente para ficar bem geladinho.

NOTA: Pode cozer o pudim no forno ou na panela de pressão, este modo é muito mais rápido e o pudim fica muito bom na mesma.

Para cozer na panela de pressão proceda do seguinte modo: A forma tem que ter tampa e a chaminé da forma não pode ser aberta. Depois de deitar o pudim na forma coloque por cima da boca da forma uma folha de papel absorvente (tipo rolo de cozinha) e por cima a tampa, bem presa e recorte os bocados de papel que ficaram fora da forma. Seguidamente deite uma chávena e meia de água na panela, deixe levantar fervura e coloque a forma lá dentro, fechando a panela de seguida.
Quando levantar fervura, baixe o lume e deixe cozinhar cerca de 20 minutos. 
Desligue, tire a pressão da panela e retire a forma, destape e deixe esfriar.
http://osmeusdocesesalgados.blogspot.pt/2012/07/pudim-de-queijo-flamengo.html#links


ALMÔNDEGAS COM MOLHO BOLONHESA E NATAS

Eu sei......tenho andado muito afastada....talvez um pouco de preguiça e também muito coisa para fazer....mas o importante é que estou aqui com novas receitas para partilhar convosco.


INGREDIENTES

16 Almôndegas
1 pacote de natas
1/2 frasco de molho bolonhesa
1 colher de sopa de mostarda
água qb
farinha qb
sal
 PREPARAÇÃO

Tempere as almondegas com sal a gosto e deixe repousar um pouco.



Polvilhe-as com farinha e faça-as rodar sobre si mesmas para espalhar a farinha igualmente.






De seguida aloure-as em óleo bem quente e reserve.




Num tacho deite o molho bolonhesa, as natas e cerca de meia chávena (de chá)de água, leve ao lume e deixe levantar fervura, junte-lhe a mostarda e mexa bem, leve ao lume e junte-lhe as almôndegas, para cozinharem, cerca de 10 a quinze minutos.


Vá verificando se precisa de juntar mais água.
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quarta-feira, 4 de julho de 2012

B de Bacalhau



                          B de Bacalhau


Em Portugal quando se fala de bacalhau, não se fala de um peixe mas sim de uma história de amor única no mundo entre um país e um alimento que nem sequer é seu.

De facto, é difícil encontrar em qualquer parte do mundo uma relação tão próxima entre um povo e um alimento que não é produzido nas suas terras ou obtido nas suas águas. O bacalhau é para nós, portugueses, mais do que um peixe: é uma instituição, um componente básico da nossa alimentação que, aliado à fértil imaginação lusitana, adquiriu várias formas de confecção nem todas muito equilibradas.
Foi na terra que hoje é sinónimo de leitão que este romance com o bacalhau se iniciou. À época, Portugal não existia ainda como país, mas foi a zona da Bairrada a escolhida pelos vikings para trocar o seu bacalhau pelo nosso vinho e sal e assim o introduzir no nosso país.
E não é apenas pelas mil e uma maneiras de cozinhar o bacalhau que se faz a sua história. O óleo de fígado de bacalhau faz parte das memórias de infância de muitos, numa altura em que a palavra “ómega 3” ainda não fazia parte do léxico corrente. Apesar de hoje ser reconhecido que a ingestão deste subproduto do bacalhau em excesso poderá levar a uma toxicidade de vitamina A e D, é certo que durante muitos anos ele teve o condão de minorar as deficiências na ingestão destes dois nutrimentos.
Não sendo um peixe gordo, o bacalhau apresenta níveis de colesterol relativamente elevados face aos outros peixes, sendo no entanto uma excelente fonte de selénio, vitamina B12 e proteínas de elevada qualidade, onde ganha destaque o aminoácido essencial triptofano, percursor da serotonina e envolvido nos processos de melhoria do humor e memória, particularmente em pessoas com défice deste neurotransmissor (tais como mulheres em fase pré-menstrual e indivíduos susceptíveis a estados de stress).
Para além de alguns métodos de confecção não favorecerem o seu consumo por excesso de gordura (bacalhau “à Brás” e “à Espanhola” são disso exemplos), o bacalhau, devido ao seu processo de conservação, possui uma excessiva quantidade de sal. No entanto, esta desvantagem pode ser minorada com uma demolha efectiva e com a troca regular desta água, tal como pela ausência de adição de sal na sua preparação culinária.
O Natal é especial também por nos mostrar a melhor forma de consumir o bacalhau. Este nosso amigo torna-se mais fiel cozido na companhia do azeite, cenoura e hortaliças do que ladeado por natas, batatas fritas ou maionese.

Este artigo foi retirado de:  Dicionário - Bem-estar - Life&Style e é da autoria de Pedro Carvalho
Professor Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto